Testei: hidratante para mãos Monange

Trouxe outra resenha de hidratante, mas dessa vez, o negócio é seríssimo. Acho que encontrei o amor da minha vida em forma de hidratante para as mãos (bem específica hahaha).

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Xuxa e eu: apaixonadas por Monange

Já tinha contado aqui que meu hidratante para mãos que fica na minha mesa de trabalho acabou, e desde então to procurando outro. Ontem fui ao mercado fazer as comprinhas da semana e acabei achando esse hidratante na parte dos creminhos (sempre faço vista grossa nessa seção hahaha). Ele custava R$ 5,48 e eu achei que valia a pena pagar pra ver (literalmente).

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Esse é o bonito!

Acabei levando pra casa e estou apaixonada. Sou meio exagerada e frequentemente esqueço de algumas coisas, mas ACHO que nunca usei um hidratante para as mãos tão bom! Ele é apenas perfeito!

O cheiro é suave e não incomoda em nada, além de ser muito gostoso. A textura é MUITO gostosa, bem aveludada e espalha super bem na pele, sem pesar e nem deixar melequenta. Além disso, ao contrário da maioria dos cremes para mãos, logo depois da aplicação, tu não sente que passou creme, fica só aquela sensação gostosa de mãos hidratadas. E pra completar, é MUITO baratinho! Sério, é muito amor em forma de hidratante!

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Esqueci de comentar mais um ponto positivo desse hidratante: ele rende bastante! Pra vocês terem uma noção, esse pinguinho que eu coloquei na mão é mais do que suficiente pra aplicar nas duas mãos. Normalmente, eu uso 2/3 dessa quantidade aí.

Não tem desculpa pra não experimentar, vai… vale muito a pena!

Beijocas!

Testei: creme para mãos Granado Hamamélis

Oi!

Primeira resenha do ano pra comentar uma coisa inédita: acho (sou péssima de memória) que essa é a primeira vez que eu termino um creme para as mãos!

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O creme em questão é esse aí da foto: da Granado e de hamamélis. Mas hein, que que é hamamélis?

Diz aí, Wikipédia:

HamamelisL., ou Hamamélia é uma árvore de folha caduca da família Hamamelidaceae que pode atingir os cinco metros de altura. As suas folhas, ovais e denteadas, são inodoras mas de gosto amargo. Nativa do Canadá e do Leste dos EUA é hoje em dia cultivada também na Europa.

Em fitoterapia, são utilizadas as folhas e a casca. Tem propriedades adstringentesanti-inflamatórias e acção anti-hemorrágica. É utilizada para problemas de pelevarizeshematomashemorróidas e inflamações nos olhos.

Obrigada. 🙂

Enfim, comprei esse creme exclusivamente pra deixar na mesa do trabalho, já que eu tenho TOC e preciso lavar as mãos o tempo todo e aí não há mãos que aguentem o ressecamento. Ele não apareceu no post de coisas que guardo na gaveta porque né, ele não fica na gaveta.

Ele durou bastante: desde o início de outubro até agora, sendo que aplico um pouco nas mãos pelo menos umas 3, 4 vezes por dia (às vezes eu esqueço), e a embalagem tem 50 ml. Queria poder mostrar a textura dele, mas acabou e não há nenhum vestígio de creme na bisnaga.

É um creme super hidratante, e não é muito fluido, e, em razão disso, as mãos ficam meio melecadas depois do uso. O que eu quero dizer é que ele não é absorvido quase que automaticamente pela pele: depois de alguns minutos, tu ainda consegue sentir as mãos um pouco melecadas, mas nada que incomode (pelo menos a mim).

Além disso, o efeito dele é super duradouro, quando vou lavar as mãos, sinto que ainda tem creme.

Em relação ao cheiro, sou péssima em descrever aromas, massss ele me parece um herbal adocicado (what? hahaha) e é FORTE. Credo, como é forte o cheiro desse creme! Aliás, acho que todos os produtos dessa linha terrapeutics tem o cheiro bem forte (pelo menos todos os que eu experimentei).

O preço é bem camarada: não lembro ao certo, mas paguei menos de R$ 10,00 nele.

Resumindo, é um creme bom, mas não sei se compraria de novo. Acho que vale a pena investir em um hidratante com protetor solar, por exemplo, que, mesmo custando mais caro, protege mais a pele.

Alguém aí já usou esse creme? Tem a mesma opinião que eu?

Beijocas!

Um pequeno balanço de 2013…

Antes de tudo: feliz ano novo, minhas queridas! ❤ espero que esse ano seja repleto de coisas boas, e que as coisas ruins que eventualmente aparecerem (elas sempre dão o ar da graça…) sejam breves.

Fui passar as festas de final de ano em Caçapava, com a minha família, e aí, em uma das muitas conversas que tenho com a Bia, ela comentou “que saco essa gente pedindo que o ano (2013) acabe logo. Até parece que esse ano só teve coisas ruins”. Eu não podia concordar mais com ela: 2013 foi uma montanha russa de emoções e sentimentos bons e ruins. Acima de tudo, parafraseando o Roberto Carlos, se chorei ou se sorri, o importante é que eu APRENDI.

2013

Acho que 2013 foi um ano de aprendizados, quando eu realmente tive a maturidade de parar pra pensar em certas situações, e não levar tudo no automático como de costume.

2013 começou com uma decepção: a reprovação na prova da OAB. Pra mim, sempre foi MUITO importante conseguir passar nessa prova, especialmente porque, até então, eu não queria mais nada pra minha vida, só advogar. Fiquei muito chateada, mas desse tombo, tirei uma lição importante que tenho certeza que vou levar pra sempre: ter paciência.

Nem tudo depende da gente o tempo todo, contamos com vários fatores que nos influenciam diariamente, na tomada de decisões, no emprego, em provas, na escola… enfim. Aprendi a ser paciente e dar o melhor de mim. Se não desse certo, pelo menos eu teria a consciência tranquila de que teria feito tudo que estava ao meu alcance.

Com esse pensamento em mente, me preparei pra uma segunda prova da OAB, e dessa vez deu certo, fui aprovada. Não cabia em mim de tanta felicidade, e começou aí um período incrível no meu ano. Logo em seguida, mais uma baixa.

Ok, passei na OAB, mas isso não te dá automaticamente um emprego. Eu saí de uma realidade bem confortável, em que a minha avó vinha me visitar sempre e ficava bastante tempo comigo. Ou seja, além do amparo emocional, eu também tinha amparo financeiro. Mudei pra Porto Alegre e isso mudou. Tive que aprender (mais ainda) a me virar sozinha. Por isso a necessidade de arrumar um emprego logo e, mais ainda, a gana de estrear minha carteirinha.

Só que, mais uma vez, nem sempre as coisas saem como desejado, e eu me vi forçada a exercer a paciência que tinha aprendido meses antes. Só que dessa vez, acompanhada de uma panela de negrinho (brigadeiro) quase todos os dias, na frente na TV, vendo o tempo passar (e sem escrever o projeto!).

Vocês já devem imaginar o resultado: alguns muitos quilos a mais na balança, roupas apertadas, as poucas que serviam ficavam HORRÍVEIS. Nesse turbilhão de emoções, finalmente consegui um emprego muito legal, onde sou cercada de pessoas igualmente legais, porém, não tem nada a ver comigo, não é a minha área. Essa é uma pendência que espero resolver em 2014, mas com paciência (ó ela de novo).

Arrumei o emprego, entrei na academia e eliminei os quilos que tanto me incomodavam (abapha que no final no ano, com as festas, o ponteiro da balança voltou a subir, mas já to dando jeito nisso). Tô longe do peso que eu realmente quero, mas to pesando o suficiente pra me sentir bem comigo mesma, e mais: não tenho pressa pra emagrecer, quero só levar uma vida mais saudável, sem exageros (academia demais é exagero, suco verde demais é exagero, enfim… sem exagero pra nenhum dos lados).

Ainda, no finalzinho do ano, fui chamada pra ser madrinha da filha de amigos queridos, e não cabia em mim de tanta felicidade! Foi um pedido inesperado, mas incrível! 😀

Pra 2014, eu levo a lição que aprendi em 2013: ser mais paciente, mas não acomodada, que são coisas diferentes. E deixo esse conselho pra vocês também.

Saibam esperar a hora certa, esforcem-se, deem tudo de si quando se tratar de buscar seus objetivos, mas sejam pacientes quando esperarem os resultados. A gente colhe só o que planta, e se plantarmos com dedicação, esforço, trabalho, amor e fé, os frutos serão incríveis, basta ter paciência pra colhê-los.

2014

Beijocas!